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Em Brasília, aproveitando para colocar a cabeça em ordem, organizar os pensamentos, acalmar sentimentos, curar as feridas, tranquilizar o coração. Brasília sempre me fez muito bem, mas dessa vez, falta algo. Pensamentos ainda distantes. Mas, tudo vai se resolver. Tenho que pensar mais em mim, no que é melhor pra mim. Crescer doi.  Mas,  é necessário. Fiz minhas escolhas. E vou seguir com elas.

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Medo.. é o que eu sinto, o que toco, o que bebo..

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E nesse ponto da Roda, onde a escuridão nos envolve e nos abraça, percebo o quanto os meus ciclos pessoais foram diferentes, quantos se quebraram, quantos nunca mais repetir-se-ão. Mas, não posso lamentar. Essa é a função da roda, o autoconhecimento e as transformações. Mas, ainda tem o ‘Medo’ que me acompanha…

“Medo é o meu sobrenome. Medo de tomar decisões precipitadas. Medo de fazer escolhas. Medo de não ser o escolhido. Medo de me perder em ilusões. Medo de nunca ser o que almejo ser. Medo de deixar ir aqueles que amo, mesmo sabendo que eles estarão melhor longe de mim. Medo de exercer esse amor com liberdade e desprendimento e perder as coisas e as pessoas que mais amo. Medo que o tchau seja um adeus. Medo de perdê-los sem que eles saibam o tamanho do meu amor. Medo do que está ficando para trás. Medo de perder minhas lembranças, minhas memórias. Medo de ser esquecido, de ser apenas mais uma vaga lembrança. Medo de ir e nunca mais voltar. Medo de esperar por alguém que pode nunca voltar/chegar. Medo de me perder dentro de mim. Medo de ficar só. Apenas isso MEDO!”

 

by Ravyn Esidor

Essa música resume meu final de ano..

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Paciência Lenine
Lenine – Paciência

“Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
A vida não para

Enquanto o tempo acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora vou na valsa
A vida é tão rara

Enquanto todo mundo espera a cura do mal
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência
O mundo vai girando cada vez mais veloz
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós

Um pouco mais de paciência
Será que é o tempo que lhe falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder?
E quem quer saber
A vida é tão rara (Tão rara)

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para (a vida não para não)

Será que é tempo que me falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara (tão rara)

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei,a vida não para (a vida não para não… a vida
não para)”

http://www.vagalume.com.br/lenine/paciencia.html#ixzz14WIkV4mC

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“A Paixão.. Ela está presente em todos nós, adormecida, à espera. E, ainda que não seja desejada, que não seja procurada, ela entrará em ebulição, abrirá as suas mandíbulas e uivará. Ela fala conosco, nos guia. A paixão nos comanda e nós a obedecemos. Que outra escolha temos? A paixão é a fonte de nossos melhores momentos, a alegria do amor, a clareza do ódio, e o êxtase do desgosto. Ás vezes dói mais do que podemos agüentar. Se nós pudéssemos viver sem paixão, talvez conhecêssemos algum tipo de paz, mas seriamos vazios. Salas vazias, fechadas e úmidas. Sem paixão…estaríamos mortos de verdade” Angel (Buffy – The Vampire Slayer)

O que é o amor? por OSHO

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O que é amor?

por Osho

do livro “Sufis, o Povo do Caminho”

É triste que tenhamos de fazer esta pergunta. No curso natural das coisas, todos saberiam o que é amor. Mas entendo que ninguém saiba – ou apenas muito raramente – o que é amor. O amor tornou-se uma das mais raras experiências. Sim, fala-se sobre ele, filma-se, estórias são escritas sobre ele, canções são compostas, filmes são feitos, na televisão você o verá, no rádio, nas revistas – uma grande indústria continuamente o supre com a idéia do que é o amor. Muitas pessoas estão continuamente envolvidas nisso, ajudando as pessoas a entenderem o que é o amor. Poetas, autores, novelistas – todos eles continuam.

Mas ainda assim o amor permanece um fenômeno desconhecido. E deveria ser um dos mais conhecidos. É quase como se alguém viesse e perguntasse: “O que é comida?” Você não ficaria surpreso se viesse alguém e perguntasse: “O que é comida?” Se alguém tem passado fome desde o início e nunca experimentou comida, a pergunta será relevante. Assim é esta pergunta.

Você pergunta: O que é amor? Amor é o alimento da alma. Mas você tem passado fome. Sua alma não recebeu nenhum amor, por isso você não lhe conhece o sabor. Sua pergunta é relevante, mas é infeliz. O corpo recebeu alimento, por isso ele continua; mas a alma não recebeu nenhum alimento, por isso a alma está morta, ou não nasceu ainda, ou está sempre em seu leito de morte.

Quando uma criança nasce, ela nasce totalmente; ela está totalmente equipada com a capacidade de amar e de ser amada. Toda criança nasce cheia de amor e sabe perfeitamente o que ele é. Não há nenhuma necessidade de se dizer à criança o que é amor. O problema surge porque a mãe e o pai não sabem o que é amor. Nenhuma criança tem os pais que merece – nenhuma criança jamais tem os pais que merece. Esses pais simplesmente não existem na terra. E quando essa criança se tornar um pai, ela terá perdido a capacidade de amar.

É quase como… No México há um vale onde as crianças nascem e, em três meses, ficam cegas. É uma sociedade pequena, primitiva. Lá existe uma mosca que é venenosa aos olhos, por isso a sociedade toda é cega. Toda criança nasce com olhos – olhos funcionando perfeitamente – mas em três meses há um ataque da mosca e o veneno entra no sistema e os olhos ficam cegos. Bem, mais tarde na vida, a criança perguntará: “O que são olhos? O que você quer dizer quando usa a palavra “olho”? O que é visão? O que é ver? O que você quer dizer?” E a pergunta será relevante. A criança nasceu com olhos, mas eles foram perdidos em algum lugar no caminho daquilo a que se chama crescimento.

Eis o que aconteceu com o amor. Toda criança nasce com tanto amor quanto se pode conter, com mais amor do que se pode conter, com amor transbordante. A criança nasce como amor, a criança é feita da matéria chamada amor. Mas os pais não podem dar amor. Eles têm suas próprias sobras – os pais deles nunca os amaram. Os pais podem apenas fingir. Eles podem falar sobre o amor. Eles podem dizer: “Nós o amamos muito”, mas, o que quer que eles façam, é muito desamoroso. O modo como eles se comportam, o modo como tratam a criança é muito insultante; não há nenhum respeito. Nenhum pai respeita a criança. Quem pensa em respeitar uma criança? Uma criança de forma alguma é considerada uma pessoa. Uma criança é considerada um problema. Se ela fica quieta, é boa; se não grita, se não é um terapeuta primal – bom; se ela fica fora do caminho dos pais – perfeitamente bom. Assim é que uma criança deveria ser.

Mas não há nenhum respeito e nenhum amor. Os pais não conheceram o que é amor. A mãe não amou o marido, o marido não amou a esposa. O amor não existe aí. O domínio, a possessividade, o ciúme, e todos os demais tipos de veneno que destroem o amor estão aí. Assim como certo veneno pode destruir sua visão, o veneno da possessividade e do ciúme também destroem o amor.

O amor é uma flor muito frágil. Ele tem de ser protegido, tem de ser reforçado, tem de ser aguado; só então é que ele se torna forte. E o amor da criança é muito frágil – naturalmente – pois a criança é frágil, seu corpo é frágil. Você acha que uma criança deixada sozinha será capaz de sobreviver? Pense como o homem é indefeso. Se uma criança for deixada sozinha, será quase impossível ela sobreviver. Ela morrerá. E isso é o que está acontecendo ao amor.

O amor é deixado sozinho. Os pais não podem amar, não sabem o que é amor, nunca fluíram no amor. Lembre-se de seus próprios pais. E, lembre-se, não estou dizendo que eles sejam responsáveis. Eles são vítimas, assim como você – os próprios pais deles eram a mesma coisa. E assim por diante… Você pode voltar a Adão e Eva, a Deus, o Pai.

Parece que mesmo Deus, o Pai, não teve muito respeito por Adão e Eva, não teve respeito bastante. É por isso que, desde o início, Ele começou a comandá-los. “Faça isso” e “não faça aquilo”, e Ele começou a fazer todas as bobagens que todos os pais fazem. “Não coma a fruta desta árvore”. E quando Adão comeu a fruta, o Pai, Deus, ficou tão bravo que expulsou Adão e Eva do paraíso.

Essa expulsão está sempre aí, e todo pai ameaça expulsar a criança, jogá-la para fora. “Se você não escutar, se não se comportar, será expulso”. E, naturalmente, uma criança tem medo. Expulsa? Ela começa a se comprometer. A criança pouco a pouco se torna um distorcedor. Ela começa a manipular.

Ela não quer sorrir, mas se a mãe está vindo e a criança quer leite, ela sorri. Isso é política – o início, o ABC da política. No fundo, ela começa a odiar, porque ela não é respeitada; no fundo, ela começa a sentir-se frustrada por não ser amada como é. Espera-se que ela faça certas coisas e somente então é que ela será amada. O amor tem algumas condições; ela não é digna, assim como é. Primeiro ela tem de se tornar digna, depois o amor dos pais será possível.

Assim, ela começa a se tornar digna e começa a se tornar falsa; ela perde seu valor intrínseco. Pouco a pouco seu respeito por si própria é perdido, ela começa a sentir-se indigna. Ela começa a sentir-se culpada. E muitas vezes uma idéia vem à mente da criança: “Esses são meus pais verdadeiros? É possível que eles tenham me adotado? Talvez eles estejam me enganando, porque não parece haver nenhum amor”. E mil e uma vezes ela vê a raiva nos olhos deles, a feia raiva na face dos pais, e por coisas tão pequenas que ela não pode ver a proporção disso. Apenas por coisas muito pequenas ela vê a ira dos pais. Ela não pode acreditar nisso. É tão injusto e desleal. Mas ela tem de se entregar, tem de se curvar, tem de aceitar isso como uma necessidade. Pouco a pouco sua capacidade de amar é morta.

O amor cresce apenas no amor. O amor precisa de um ambiente de amor – isso é a coisa mais fundamental a ser lembrada. Apenas num ambiente de amor é que o amor cresce. Ela precisa do mesmo tipo de pulsação ao redor. Se a mãe é amorosa, se o pai é amoroso, não apenas com a criança, se eles são amorosos um com o outro também, se a casa tem uma atmosfera amorosa onde o amor floresce, a criança começará a funcionar como um ser amoroso, e nunca fará a pergunta: “O que é amor?” Ela o conhecerá desde o próprio início, ele se tornará seu alicerce.

Mas isso não acontece. É triste, mas isso não tem acontecido até agora. E você aprende os modos de seus pais, seus resmungos, seus conflitos. Simplesmente fique se observando. Se você for uma mulher, observe. Você talvez esteja repetindo, quase repetindo, as maneiras como sua mãe costumava se comportar. Observe-se quando você estiver com seu namorado ou com seu marido – o que você está fazendo? Não está repetindo? Se você for um homem, observe! O que está fazendo? Você não está sendo seu pai? Não está fazendo a mesma tolice que ele costumava fazer? E um dia você ficou surpreso – “Como papai pôde fazer isso?” – e você está fazendo o mesmo. As pessoas ficam repetindo; as pessoas são imitadoras; o homem é um macaco. Você está repetindo seu pai ou sua mãe e isso tem de ser abandonado. Somente então você saberá o que é amor, caso contrário, você permanecerá corrompido.

Eu não posso definir o amor, porque não há nenhuma definição de amor. É uma dessas coisas indefiníveis como o nascimento, a morte, Deus, meditação. É uma dessas coisas indefiníveis – eu não posso defini-lo.

Não posso dizer que isso é amor, não posso mostrá-lo a você. Ele não é um fenômeno visível. Ele não pode ser dissecado, não pode ser analisado; só pode ser experimentado. E só através da experiência é que você sabe o que é. Mas eu posso lhe mostrar o caminho para experimentá-lo.

O primeiro passo é: livre-se de seus pais. E com isso não quero dizer nenhum desrespeito a seus pais, não. Eu seria a última pessoa a lhe dizer isso. Eu não quero dizer para você livrar-se de seus pais fisicamente, eu quero dizer para você livrar-se das vozes paternas interiormente, o seu programa interior, suas fitas interiores. Apague-os… e ficará surpreso ao constatar que se se livrar de seus pais no seu ser interior, você se tornará livre. Pela primeira vez, você será capaz de sentir compaixão por seus pais – caso contrário, não; você permanecerá ressentido. Toda pessoa é ressentida em relação a seus pais.

Como você pode não ser ressentido se eles causaram tanto dano a você – embora não conscientemente? Eles desejavam o melhor para você, eles queriam fazer tudo pelo seu bem-estar. Mas o que eles podem fazer? Simplesmente por querer, nada acontece; só por boas intenções, nada acontece. Eles são bem intencionados, isso é verdade. Não há nenhuma dúvida sobre isso. Todo pai quer que a criança tenha todas as alegrias da vida. Mas o que ele pode fazer? Ele é um robô e, consciente ou inconscientemente, deliberadamente ou não, ele criará uma atmosfera na qual a criança mais cedo ou mais tarde, será transformada num robô.

Se você quiser tornar-se um homem, não uma máquina, livre-se de seus pais. E você terá de observar. É um trabalho pesado, trabalho árduo; você não pode fazê-lo instantaneamente. Terá de ser muito cuidadoso no seu comportamento. Observe quando sua mãe estiver aí, funcionando através de você – pare com isso, afaste-se disso. Faça algo absolutamente novo que sua mãe nem mesmo pudesse conceber.

Por exemplo, seu namorado está olhando para alguma outra mulher com muita admiração nos olhos. Agora observe o que você está fazendo. Está fazendo o que sua mãe teria feito no caso de seu pai olhar para uma outra mulher com admiração? Se fizer isso, nunca saberá o que é amor, você simplesmente estará repetindo uma estória. Será o mesmo ato sendo desempenhado por atores diferentes, é tudo; o mesmo ato apodrecido sendo repetido muitas e muitas vezes. Não seja um imitador, caia fora disso. Faça algo novo. Faça algo que sua mãe não pudesse ter concebido. Faça algo novo que seu pai não pudesse ter concebido.

Essa inovação tem de ser trazida a seu ser, então o amor começará a fluir.

Roda Mundo..

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É tempo de mudança. É tempo de se renovar. A roda do ano está no seu período escuro. Estamos colhendo o que plantamos, mas a colheita nem sempre vem da forma como esperávamos. É hora de refletir sobre como conduzimos o nosso ano. É hora de refletir sobre os nossos erros e acertos. É hora de repensar as nossas escolhas, atitudes, e ações. É hora de exorcizar tudo aquilo que já não nos serve mais. É hora de trocar de pele, de limpar o terreno para o que virá. É o momento de renovarmos a nossa fé.

Mesmo sem perceber, estes dias, andei mergulhado em meu ser. Nadei em minhas águas revoltas. Percebi que estava cansado de muitas coisas que vinha mantendo em minha vida por comodismo. Percebi que tudo isso estava sendo desgastante e que a minha energia não estava corretamente direcionada. Percebi que alguns caminhos foram infrutíferos, mas que ganhei com eles ensinamentos valiosos.

Por um momento, olhando a minha volta, me dei conta que já não vejo os mesmos rostos. Muitas pessoas saíram da minha vida, e poucas entraram. Se estou feliz, ou triste, eu não sei responder. Mas, eu começo a ficar em paz comigo mesmo. Percebo que começo a fazer minhas escolhas, cada vez mais minhas. Percebo que já não sou um mero brinquedinho do destino. Reneguei o destino. Como co-criador, uma centelha divina na terra, não posso sentar e esperar que a minha vida seja moldada por forças externas. Não. Se alguém tem o direito de moldá-la. Esse alguém sou eu.

Viver requer uma dose extra de coragem e entrega. Isso poucos tem. E é fácil perceber a razão. Viver dói. O mundo não é um parque de diversões. O mundo é uma montanha russa. Um sobe e desce louco. Mas, que pode ser muito divertido e prazeroso sim. É preciso gostar muito de aventura para se arriscar nesta jornada que é a vida.

Viver requer que você tenha pensamentos próprios, e seja capaz de fazer, e manter suas escolhas, se assim o desejar. Ou mudar, de novo, fazer novas escolhas, e seguir novos caminhos que só pertencem a você.

Comece e recomece quantas vezes forem necessárias. Viver é aprender. Viver é construir, destruir e reconstruir infinitas vezes.

Olhe o mundo a sua volta. Explore-o. Viva. E não tenha medo de ser o que você é. Gostem disso ou não. Você não terá outra chance de ser quem você é no Aqui e Agora. A Deusa tem infinitas faces, e celebra a diversidade. Renegar uma face da Deusa é renegar a própria Deusa.

Eu acredito nisso. Essa é a minha face. Qual é a sua?

Música da Semana…

Tocando Em Frente Maria Bethânia
Tocando em frente
Composição: Almir Sater e Renato Teixeira

Ando devagar porque já tive pressa
e levo esse sorriso porque já chorei demais
Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe
Só levo a certeza de que muito pouco eu sei, ou nada sei..

Conhecer as manhas e as manhãs
o sabor das massas e das maçãs
É preciso amor pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir

Penso que cumprir a vida seja simplesmente
compreender a marcha ir tocando em frente
como um velho boiadeiro
levando a boiada eu vou tocando os dias
pela longa estrada eu vou, estrada eu sou

Conhecer as manhas e as manhãs
o sabor das massas e das maçãs
É preciso amor pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir

Todo mundo ama um dia, todo mundo chora
Um dia a gente chega no outro vai embora
cada um de nós compõe a sua história
cada ser em si carrega o dom de ser capaz
e ser feliz

Conhecer as manhas e as manhãs
o sabor das massas e das maçãs
É preciso amor pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir

Ando devagar porque já tive pressa
levo esse sorriso porque já chorei demais
cada um de nós compõe a sua história
cada ser em si carrega o dom de ser capaz
de ser feliz

http://www.vagalume.com.br/maria-bethania/tocando-em-frente.html#ixzz0zcVHa2M0