Arquivo mensal: novembro 2009

Música da Semana ^^

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Ana Carolina – Homens e Mulheres.
Uhhh…é…
E eu gosto de homens e de mulheres e você, o que
prefere?
E você o que prefere?
E eu gosto de homens e de mulheres e você o que
prefere?
E você o que prefere?
Homens que dançam tango
Mulheres que acordam cedo
Homens que guardam as datas
Mulheres que não sentem medo
Homens de toda a idade
Mulheres até as genéricas
Homens que são de verdade
Mulheres de toda a América
Homens no sinal verde
Mulheres de batom vermelho
Homens que caem na rede
Mulheres que são meu espelho
E eu gosto de homens e de mulheres e você o que
prefere?
E você o que prefere?
E eu gosto de homens e de mulheres e você o que
prefere?
E você o que prefere?
Mulheres na guitarra
Homens de corpo e mente sã
Homens vestindo sobretudo
Mulheres melhor sem sutiã
Mulheres melhor sem sutiã
Homens que enrolam serpentes
Mulheres que vão na frente
Homens de amar tão de repente
Mulheres de amar pra sempre
Mulheres de amar pra sempre
E eu….
E você o que prefere?
E eu gosto de homens e de mulheres e você o que
prefere?
E você o que prefere?

P.S Eu vi o show no Multishow e adorei, ficou muito bom! Quero o dvd!

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Reflexões da Semana..

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Fé!

Se você perguntar as pessoas ao seu redor se elas têm fé, muitas dirão que sim. Mas, não é isso que eu vejo no dia-a-dia. A fé das pessoas só existe da boca pra fora. Eu mesmo acredito me incluir nesse grupo.

 Eu fico pensando quantas e quantas vezes a Deusa me testou para saber até onde ia a minha fé, e eu sinto vergonha, por que sei que falhei em quase todos os testes. Fé não é um sentimento que pode ser mascarado ou fingindo como os outros. Fé é um sentimento que surge do âmago do ser, da parte mais sombria, do abismo desconhecido que temos medo de explorar.

Perdi a conta das diversas situações em que me vi suplicando pela ajuda Dela. Porém, será que eu realmente acreditei, confiei cegamente, em todas ás vezes que pedi à Ela? Não sei. Mas fé é isso. É confiar cegamente na divindade em que se cultua, é acreditar que ela pode te ajudar, é acreditar na ajuda dela, é confiar, é caminhar, por uma corda bamba que une dois abismos, de olhos vendados. Fé é um sentimento que te toma e que te ampara, a fé tira ás dúvidas e a insegurança, a fé te acolhe como uma mãe bondosa e te protege dos monstros cotidianos.

Mas, com todos os testes que Ela colocou na minha vida, eu percebi que a fé pode ser construída, desenvolvida, alimentada, e é isso que Ela estava querendo me dizer. A fé surge quando você aprofunda o contato com os seus Deuses, quando a ficha cai, e você percebe que viver por você não tem tanta graça, o bom é viver por eles e para eles. Fé é quando você não tem vergonha de suplicar pelos seus, onde quer que você esteja. Quando você se permite conhecer a divindade e ser tocado por ela, a fé surge naturalmente, por que ela também representa confiança.

Tudo isso me leva a refletir no meu contato, na minha entrega, no meu serviço para com os Deuses. Na confiança que eu tenho neles. Tudo isso me leva a refletir no meu sacerdócio. É preciso entrega e coragem para atravessar os portais que conduzem à morada da Senhora do Submundo, pois Ela é quem transforma e só ela confere as chaves que abrirão os portais da iniciação.

Reflita!

Bênçãos de Hécate a Senhora dos Mistérios, dos Caminhos e da Magia!

A semana acabou..

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Olá,

Bem, começo hoje este post com um comentário pessoal sobre o “Twitter” que é a febre do momento e eu não entendi o porquê. Sinceramente, eu não vejo graça. Qual é a graça ficar expondo sua vida minuto à minuto? Isto, uma infinidade de blogs pode resolver. E quanto a comunicação, o orkut já é o suficiente. Eu vejo as pessoas colecionarem páginas e mais páginas na internet, particularmente, acho isso ridículo e uma enorme falta do que fazer. Me limito à este blog e ao orkut e ambos já estão na iminência de serem deletados. Bem, crítica lançada.

Esta semana foi apertada. Muitas coisas pra resolver, fazer, estudar, praticar. Ontem, fiz um ritual a meia-noite, mas, se a minha dedicadora estivesse presente, teria mandado eu parar e fazer no outro dia. Estava com uma preguiça enorme, mas fiz. E o resultado não foi tão ruim, a energia foi ótima, saudei os deuses Vanir, conversei com eles, trocamos figurinhas e eu fui dormir em paz, com a certeza que os meus deuses gostaram do rito.

Creio que esse momento turbulento está com os dias contados, no post abaixo, eu comentei sobre um dos meus sonhos que havia voltado, bem, se eu consegui realizá-lo, muitas coisas vão mudar, estou preparando o plano A. Mas, caso as coisas não saíam como planejado, aí eu tenho o plano B (tristeza profunda..hehe). Em ambos os casos a ordem prevalece.

Talvez eu mude de casa, pelo menos, as pessoas estão conspirando para isso. Mas, sinceramente, eu não sei se isso vai ser muito bom, se vai me trazer coisas positivas. Se bem que, certeza é uma coisa que raramente tenho. Nunca, peça a um aquariano para fazer escolhas, eles não são bons disso. Quando eu vou comprar roupas, eu sempre fico em dúvida quanto as peças,  geralmente, eu levo todas as que gostei ou nenhuma. Então, como eu sei que sou assim, escolho poucas coisas para provar, por que se eu gostar, vendo à alma para comprar.

Então, é isso. Nenhuma novidade ou surpresa. Tudo muito comum e rotineiro. Ah, lembrei que hoje haverá o show da Vanessa da Mata, uma galera da facul vai, mas, eu resolvi ficar em casa. Não ando muito sociável.

Fui!

Bênçãos da Senhora dos Dragões.

P.S. Quero ver o filme Lua Nova!

Momento

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Nossa, como a vida gosta de brincar com a gente. Sabe aqueles sonhos da adolescência, quando a gente fantasia muitas coisas, como a profissão, o que quer está fazendo numa determinada idade, com quem você desejaria estar? Então, é muito engraçado como as coisas mudam, como nós mudamos, e como parte desses sonhos são esquecidos. Mas, alguns voltam e despertam aquela nostalgia, deixando a sensação de algo não acabado. É assim que estou me sentindo no momento. Alguns sonhos voltaram, no início, quando eles retornaram à minha mente, eu pensei que a minha idade já não me permitia (eu me acho velho), porém, eles surgem com uma intensidade tão absurda que é impossível descartá-los. E aí, eu olho para o passado, e vejo o meu reflexo. O reflexo daquilo que eu era. Eu sempre fui uma pessoa metódica, preocupado com tudo, com o futuro, eu tinha prazos, eu tinha regras, eu sempre dava o melhor de mim, e hoje as coisas estão tão incertas, tudo tem mudado tão rápido, parece que a cada dia eu construo um novo futuro. E neste exato momento, minha mente está preenchida com um único pensamento, meu coração pulsa com um único desejo, e esse desejo muda tudo de novo. Estou cansado.

Eu cansei de me preocupar com o futuro, pois ele está sempre em mutação, escorre como água por entre os dedos. Eu me sinto muito solto. Preciso fixar minhas raízes. Preciso de estabilidade. Equilíbrio entre ordem e caos. Preciso acalmar minha mente, esvaziar meu coração. Preciso relaxar e deixar meu futuro existir em algum lugar, da forma que ele está agora. Preciso sentir o vento sem saber qual a direção que o sopra. Preciso ser menos racional. Preciso deixar minhas máscaras em casa e andar de cara lavada. Preciso tirar minha armadura e me permitir ser frágil. Preciso caminhar sem direção. Preciso pensar no presente e dar uma folga pro futuro. Preciso relaxar meus músculos, rir do nada, contemplar as estrelas, desacreditar e acreditar de novo, chorar sem motivo, tirar férias do mundo, tirar férias de mim.

Sinto falta de algo. Só não sei do quê!

Breve tratado sobre a covardia e a mulher.

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Este texto é de autoria do Rafinha do CQC e está circulando na net. Resolvi colocá-lo no blog, por que eu concordo com as palavras do Rafinha.

Breve tratado sobre a covardia e a mulher

Vi agora o polêmico vídeo da aluna da UNIBAN – o que mostra uma centena de estudantes acuando e hostilizando uma jovem que foi a uma aula em um campus da Universidade. .. vestindo uma roupavermelha e curta.

A histeria coletiva, a que tomou conta de tudo, como se bem vê nas imagens, falou mais alto. Começou motivada por um ou outro covarde preconceituoso e, como era de se esperar em atos covardes, encontrou na comodidade do anonimato de quem só tem força no meio da multidão, uma forma de se propagar estupidamente.

As massas são cegas, já sabemos. É no meio da galera que se
esconde o cara que joga uma pedra no outro dentro de um estádio de futebol lotado. Camuflados entre os comparsas, agem os mais fracos – os que intimidam só pq se apegam ao bando para serem homens de verdade. É na comodidade das milhares de pessoas virtuais anônimas, e acobertadas por outras do mesmo tipo, que molestam os pedófilos, atacam os inquisitores e “cagam-regra” os mais fracos; os bundões de verdade. Que as massas são cegas, nós já sabemos. A discussão agora é: até que ponto elas podem ser tão
cruéis?

O que mais me chamou a atenção no episódio da “aluna-puta”
(como o caso já se tornou maldosamente conhecido – e só essa definição já dá pano pra manga!), foi o fato de tudo ter se
passado no campus de uma Universidade que me recebeu tão bem, e com tanta alegria e carinho, ainda esse ano numa palestra. Fiquei impressionado ao perceber como uma mesma turma boa e receptiva pode ser agressiva e cruel. Como lógicas preconceituosas e machistas imperam nesse mundo, nesse país!

Um ponto importante. Já chegaram a me questionar no Twitter hj, inclusive. Puxa, que coisa, não? Mas ela estava vestindo uma roupa vermelha curtinha; parecia uma puta. Bem, ela mereceu, não?

O que é isso agora? As pessoas vão ser julgadas até qdo pelo
que vestem? E, no mais, se essa garota – que nem conheço e jamais poderia julgar – for isso ou aquilo da vida, quem está em condições de ser juiz e dar um veredicto de intimidação e violência como aquele, compartilhado com todos no Youtube?

O mais maluco para mim é: se isso tivesse ocorrido em qualquer outro lugar, já seria um tanto lamentável. Aliás, essa é uma daquelas coisas que achamos que só rola no Oriente Médio. Tem pinta de ser algo que estamos – infelizmente – nos acostumando a ler, em pleno século XXI, como parte do show de horrores a que estão sujeitas algumas mulheres: elas são violentadas, apedrejadas, mutiladas, espancadas e mortas por atos tidos como libidinosos e profanos… mas que não passam de deturpações patológicas de mentes machistas idiotas.

O horror total é constatar que a bizarrice que está no Youtube
aconteceu no campus de uma Universidade privada – justamente em um local onde, esperamos, as pessoas desenvolvam ainda mais o sensocrítico, o sentido de justiça e o aprimoramento do caráter e dos melhores valores humanos.

Violência contra a mulher. Machismo, julgamentos levianos. O homem que pratica qualquer uma dessas coisas é um babaca; um imbecil. Não merece um pingo de compreensão, um olhar de um cara de bem sequer. Como castigo, não merece nunca nenhuma mulher – e ficar sem mulher é o pior dos castigos! Caras bizarros que não sabem respeitar e amar uma mulher precisam de terapia intensiva e isolamento da sociedade. E ganham meu desprezo.

Mas sentimentos e comportamentos nocivos ligados às mulheres, às vezes, não partem única e exclusivamente dos homens. No vídeo da moça da Uniban, notamos uma série de garotas puxando o coro de ofensas. Há depoimentos (que não posso dizer se são ou não verdadeiros, pois não apurei o caso) de jovens que juram que foram algumas mulheres que começaram a polemizar.

O que quero dizer é que a violência e a maldade – de todo tipo – com a mulher deve, e urgentemente! , ser revista por todo mundo. Inclusive pelas mulheres.

Lembro de ter visto uma coisa muito séria acontecer com uma amiga minha, anos atrás. Ela conseguiu um lugar que muita gente queria – eles e elas. Num local público, cheio de exposição, com todo mundo acompanhando. A Jú (nome fictício) fez a parte que lhe cabia; se empenhou e era competente. Como era de se esperar, foi bem criticada. Mas essa crítica se deu dessa maneira: dos homens à sua volta, ela recebeu questionamentos acerca da beleza e do talento. Das
mulheres, recebeu os feedbacks mais duros e os piores xingamentos. Para elas, ela era uma puta, pois certamente teria dado para algum chefe. Só assim para estar ali. A pressão foi tanta que ela desistiu – mas desistiu mais por conta da pressão das mulheres do que por conta da pressão masculina.

Sei a que são submetidas as mulheres na nossa sociedade. Sei da luta, competência, coragem e garra das nossas mães, namoradas, amigas e esposas. Acho a mulher a coisa mais linda do Universo. E é por isso que a amo tanto e sempre fui tão mulherengo. Não namoro muito até hj pq preferi conhecer mais e mais tipos de garotas; ter mais e mais contatos e aprendizados com elas. Sempre achei, e continuo achando, que se o Brasil tivesse uma mulher na Presidência, esse país iria ser uma potência e tanto! As mulheres, indiscutivelmente, trabalham melhor e pensam melhor. As mulheres, indiscutivelmente, são mais maduras e melhores do que os homens. Afinal, os homens não são regidos pela mente e por tudo que a cabeça assimila ao longo da vida. Os homens são regidos pelo pau.

No entanto, em algumas coisas as mulheres são muito machistas. Ao competirem umas com as outras, podem ser mais sexistas do que nós. Entram em jogo guerras de vaidades, julgamentos e penas dolorosas. Na relação afetiva, muitas vezes, as mulheres conseguem ser bem machistas tbm. Tantas vezes lamentei (tímido para essas coisas, como sempre fui), que tudo no campo sentimental tivesse de partir de novo de mim, de mim e de mim! E quantas vezes ouvi de garotas, antes e depois de um primeiro beijo ou uma primeira transa, que a coisa só não tinha rolado antes pq eu não tinha tomado a iniciativa.. . e pq eu, como homem, sempre tenho de dar o primeiro passo? Pq, como homem, sou eu sempre que tenho que conquistar, convidar, ir atrás… e não ser tomado de assalto por uma mulher cheia de iniciativa? Do mesmo modo, pq o feminismo é tão acertivo em discutir a igualdade nos mercados de trabalho (algo que tem meu total apoio e nem questiono).. . mas é tão retraído na hora de dividir uma conta no restaurante? Quando a fatura chega na mesa, o senso comum ainda pede que seja o homem o responsável pelo acerto do valor cobrado. O senso comum que, inclusive, é muito defendido pelas… mulheres!

Antes que esse texto seja debatido com unhas e dentes por aqui – e antes mesmo que muitas mulheres se defendam, se ofendam, ou possam me acusar – quero reiterar uma coisa já escrita anteriormente: não estou contra vcs, mulheres. Reafirmo meu amor e minha solidariedade; minha devoção, idolatria, confiança e fidelidade. Sei tbm que nem tudo que disse aqui se aplica a todo mundo – quem me conhece sabe que não gosto de rotular e nunca acreditei no tal do senso-comum.

Aqui vai uma dica: absorvam desse texto apenas o que lhes serve. E perguntem-se: quantas vezes vcs não pensaram em si mesmas como vítimas do sistema, ao mesmo tempo em que foram implacáveis – como as garotas cruéis da Uniban – ao associar uma outra mulher à figura de puta… só por esta ter usado um vestido curto e vermelho em um lugar público???

Um abraço!

Rafa

Alors…

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Ai, ai.. as coisas andam leves por aqui e acho que isso já está de bom tamanho. Nenhuma novidade no momento, estou apenas me preparando para uma maratona de provas.

A faculdade com certeza vai pedir um pouco mais de atenção esse semestre e estou empolgado com as cadeiras que estou cursando.

Meu final de ano civil é que não promete absolutamente nada, ao que tudo indica vou passar o natal e o reveillon em casa, no conforto do lar. Acho que vou dormir cedo, por que no final do ano rola aquele momento “deprê” principalmente quando se está sozinho, ainda mais em casa. Ah, sozinho por que eu quero, é bom informar.

Porém, não posso deixar que nada estrague esse momento de felicidade. Nem sei a razão, apenas me sinto bem. Apenas estou bem, e pensamentos positivos se aglomeram nos meus hemisférios cerebrais. Estou confortável comigo mesmo, levando isso para uma visão mais psicológica da situação.

Sabe, essa semana um rapaz formado em psicologia, mas que faz uma cadeira de psicologia comigo, disse mais ou menos o seguinte: “Nós devemos aproveitar à vida e fazermos sempre o que gostamos, não devemos disperdiçar o nosso tempo, por que nós nunca sabemos quando ele vai acabar, se hoje ou amanhã. É preciso que façamos as coisas que nos deixam confortáveis, realizados, e felizes.” E sabe quando você tem a sensação que a ficha caiu, e de repente rola o maior flashback, e você pensa – “Nossa, quanto tempo da minha eu já joguei no lixo? Quanto tempo eu ainda terei? Será que eu vou conseguir fazer tudo o que eu quero ou ao menos uma parcela disso” – Foi assim que me senti.

Nossa, é preciso surgir alguém que abra os seus olhos e te diga, que você poderia aproveitar melhor o seu tempo de diferentes formas, que você podeira dar o melhor de si, mas acredita que o mínimo já é o bastante. Que precisa fazer coisas que te deixem confortáveis com você mesmo. Que a melhor maneira de aproveitar o seu tempo é fazer coisas que te dêem prazer.

E aí, você está aproveitando a sua bela vida? Por menos bela que ela seja?..rs..rs

Mudando de assunto, e como uma tentativa de encerrar este post que deveria ser bem curto, ando lendo no momento:

Leviatã – Tommas Hobbes
Curso de Estética – O Sistema das Artes – G.W.F.Hegel
Saussure – Ferdinand de Saussure
Um livro de Wicca
Um livro de Mitologia Nórdica

..dentre outros.

The End.

The End nada, ainda falta a música da semana..hehe..

Internacional: AR Rahman and Pussycat Dolls – Jai Ho (You are my destiny) – Adooooro e o clip está lindo, basta confeir aqui.
Nacional: Pitty – Me adora.

Tantas decepções eu já vivi
Aquela foi de longe a mais cruel
Um silêncio profundo e declarei:
“Só não desonre o meu nome”

Você que nem me ouve até o fim
Injustamente julga por prazer
Cuidado quando for falar de mim
E não desonre o meu nome

Será que eu já posso enlouquecer?
Ou devo apenas sorrir?
Não sei mais o que eu tenho que fazer
Pra você admitir

Que você me adora
E Que me acha foda
Não espere eu ir embora pra perceber
Que você me adora
Que me acha foda
Não espere eu ir embora pra perceber

Perceba que não tem como saber
São só os seus palpites na sua mão
Sou mais do que o seu olho pode ver
Então não desonre o meu nome

Não importa se eu não sou o que você quer
Não é minha culpa a sua projeção
Aceito a apatia, se vier
Mas não desonre o meu nome

Será que eu já posso enlouquecer?
Ou devo apenas sorrir?
Não sei mais o que eu tenho que fazer
Pra você admitir

Que você me adora
Que me acha foda
Não espere eu ir embora pra perceber
Que você me adora
Que me acha foda
Não espere eu ir embora pra

P.S.: Essa letra é pra você! É, você mesmo!